terça-feira, 16 de dezembro de 2008
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Oração a São Peregrino da Floresta
Oração a São Peregrino da Floresta
São Peregrino da Floresta,
Tu que caminhas nas trilhas sombreadas
Pelo fulgor da Luz Divina,
Tu que és o espírito protetor dos seres da natureza,
Ensina-me a entoar o canto
Das vozes das matas
E a conviver em harmonia
Nos domínios da Rainha Mãe da Floresta,
Ensina-me a encontrar dentro de mim
A tua paz e a luz de nosso amor
Por tudo que respira e vive.
Alexandre Tavares
Rio Branco/AC, 1991
Rio Branco/AC, 1991
Manual do Jardineiro - Técnicas da Jardinagem
Preparo e Organização das Sementeiras
As sementeiras são necessárias para a propagação de floríferas de ciclo anual. São utilizadas para a produção de plantas que se multiplicam por sementes, proporcionando o aparecimento de novas variedades através da mistura de caracteres transmitidos e permitem fazer a seleção de plantas que vão para os canteiros.
A sementeira tem que reunir o mínimo de condições essenciais para a germinação das sementes como no teor de umidade do substrato – afeta a porcentagem de germinação e varia conforme espécies.
As sementeiras podem ser feitas em caixotes de madeira, no próprio canteiro com trato especial para o substrato e sombreamento, podem ser em bandejas de plástico ou isopor e de outros materiais alternativos, como jornais e revistas, dentre outros.
Preparado o substrato, enche-se as sementeiras;
Escarifica-se e nivela-se o substrato nas sementeiras;
Semeadura, cobrindo as sementes com uma fina camada de substrato ou de areia; verificando-se a profundidade ideal (pode variar de 5 cm a 0,05 cm) para cada espécie.;
Acompanhar o desenvolvimento das plantas na sementeira diariamente, eliminando a presença de ervas invasoras, desbastando-se o excesso de mudas e substituindo as plantas não pegadas ou não germinadas;
De um modo geral, quando as plantas tiverem aproximadamente 10 cm ou 3 pares de folhas bem definidas podem ser transplantadas para o local definitivo.
As sementeiras são necessárias para a propagação de floríferas de ciclo anual. São utilizadas para a produção de plantas que se multiplicam por sementes, proporcionando o aparecimento de novas variedades através da mistura de caracteres transmitidos e permitem fazer a seleção de plantas que vão para os canteiros.
A sementeira tem que reunir o mínimo de condições essenciais para a germinação das sementes como no teor de umidade do substrato – afeta a porcentagem de germinação e varia conforme espécies.
As sementeiras podem ser feitas em caixotes de madeira, no próprio canteiro com trato especial para o substrato e sombreamento, podem ser em bandejas de plástico ou isopor e de outros materiais alternativos, como jornais e revistas, dentre outros.
Preparado o substrato, enche-se as sementeiras;
Escarifica-se e nivela-se o substrato nas sementeiras;
Semeadura, cobrindo as sementes com uma fina camada de substrato ou de areia; verificando-se a profundidade ideal (pode variar de 5 cm a 0,05 cm) para cada espécie.;
Acompanhar o desenvolvimento das plantas na sementeira diariamente, eliminando a presença de ervas invasoras, desbastando-se o excesso de mudas e substituindo as plantas não pegadas ou não germinadas;
De um modo geral, quando as plantas tiverem aproximadamente 10 cm ou 3 pares de folhas bem definidas podem ser transplantadas para o local definitivo.
Observatório do Meio Ambiente
Recuperação de Nascentes
sábado, 1 de novembro de 2008
Manual do Jardineiro - Técnicas da Jardinagem

1. Preparo de Substrato
O substrato é o material onde se cultiva as plantas (solo),deve ser preparado tanto para as sementeiras quanto para os canteiros – um bom substrato para uma boa planta. Deve atender a características físicas e biológicas para o cultivo como drenagem, textura, matéria orgânica e a riqueza mineral.
Pode ser preparado com diversas composições formadas por frações terra de jardim, areia, húmus e outros elementos como vermiculita, carvão moído e etc.
A seguir indico alguns tipos de substratos, sua formação e indicação a que tipos de plantas eles atendem:
Substrato permeável seco – cactáceas, crassuláceas e suculentas:
1 parte de terra neutra arenosa
1 parte de terra vegetal
½ parte de húmus de minhoca
½ parte de areia lavada
Substrato permeável úmido – antúrios, avencas, filodendros, samambaias, tradescantias:
1 parte de húmus de minhoca
1 parte de terra neutra argilo-arenosa
1 parte de terra vegetal
Substrato fraco – agaves, aloés, aspargus, bambus, capins, primaveras:
1 parte de terra neutra argilo-arenosa
½ parte de húmus de minhoca
½ parte de areia lavada
Substrato rico – azaléia, begônia, marantas, petúnia, prímula,:
1 parte de terra neutra argilo-arenosa
1 parte de húmus de minhoca
1 parte de torta de mamona
parte de farinha de ossos
Paisagismo - Espécies arbóreas para plantio em calçadas sob rede elétrica
AROEIRA-BRAVA Lithraea molleoides
AROEIRA-PIMENTEIRA Schinus terebinthifolia
AROEIRA-SALSA Schinus molle
CASCA-D'ANTA Drimys winteri
CEREJA-DO-RIO-GRANDE Eugenia involucrata
EMBAÚBA Cecropia pachystachia
ESPINHO-DE-JERUSALÉM Parkinsonia aculeata
GUAÇATONGA Casearia sylvestris
INGÁ-DO-BREJO Inga urugensis
IPÊ-AMARELO-CASCUDO Tabebuia chrysotricha
IPÊ-BRANCO-DO-BREJO Tabebuia dura
JACARANDÁ-BRANCO Jacaranda cuspidifolia
LEITEIRO Peschiera fuchsiaefolia
LIXEIRA Aloysia virgata
MANDUIRANA Senna macranthera
PAU-CIGARRA Senna multijuga
SÃO-JOÃO Senna sp
SETE-CAPOTE Camponesia guazumaefolia
TAMANQUEIRO Aegiphila sellowiana
TATARÉ Pithecolobium tortum
TINGUI Dictyoloma vandellianum
UNHA-DE-VACA Bauhinia forficata
foto: alexandredocerrado
quarta-feira, 16 de julho de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Manual do Jardineiro

O Olhar
A partir do conhecimento de toda a ecologia de um jardim, o candidato a jardineiro começa a desenvolver um novo jeito de ver as plantas, observando detalhes, formas, contextos e outras particularidades.
O olhar é um exercício de análise e avaliação das condições do meio e das relações estabelecidas entre os componentes ambientais, pois a percepção dos problemas que as plantas apresentam, quase sempre se manifestam visualmente. Ao conhecer as características morfológicas e fisiológicas das plantas e as propriedades químicas, físicas e biológicas do solo; a influência da luminosidade e da umidade no desenvolvimento vegetativo das plantas; os principais agentes causais de doenças e pragas, sua organização, biologia e métodos de controle; o novo jeito de praticar o olhar se modifica, agora influenciado pelo conhecimento adquirido e pela habilidade de interpretação baseada na observação.
O jardineiro deve ser investigativo e sistemático procurando registrar suas observações de forma clara e detalhada, para obter sucesso em seus cultivos....
O jardineiro deverá usar uma trena para as medições da área a ser trabalhada e registrará informações básicas para o funcionamento do jardim como áreas de circulação de pessoas e veículos, lazer e estacionamento, dentre outras, que deverão constar de um croquí de situação da área com registro dos pontos cardeais, acidentes geográficos e outras informações.
A partir do conhecimento de toda a ecologia de um jardim, o candidato a jardineiro começa a desenvolver um novo jeito de ver as plantas, observando detalhes, formas, contextos e outras particularidades.
O olhar é um exercício de análise e avaliação das condições do meio e das relações estabelecidas entre os componentes ambientais, pois a percepção dos problemas que as plantas apresentam, quase sempre se manifestam visualmente. Ao conhecer as características morfológicas e fisiológicas das plantas e as propriedades químicas, físicas e biológicas do solo; a influência da luminosidade e da umidade no desenvolvimento vegetativo das plantas; os principais agentes causais de doenças e pragas, sua organização, biologia e métodos de controle; o novo jeito de praticar o olhar se modifica, agora influenciado pelo conhecimento adquirido e pela habilidade de interpretação baseada na observação.
O jardineiro deve ser investigativo e sistemático procurando registrar suas observações de forma clara e detalhada, para obter sucesso em seus cultivos....
O jardineiro deverá usar uma trena para as medições da área a ser trabalhada e registrará informações básicas para o funcionamento do jardim como áreas de circulação de pessoas e veículos, lazer e estacionamento, dentre outras, que deverão constar de um croquí de situação da área com registro dos pontos cardeais, acidentes geográficos e outras informações.
domingo, 29 de junho de 2008
Eu escoteiro. 1969/1971

É amigo, me lembro de meus dias de menino em Conquista, como dias cinzas, dias em que o colorido das flores se destacava no céu azul e os campos entre as serras se perdiam de vista nos belos fins de tarde. Conheci a Serra do Periperi quando me tornei escoteiro em 1969, rastreei trilhas e tesouros entre seus mananciais, que anos depois vim saber se tratar do Rio Verruga. Me lembro da gabiraba e do veludo, abundantes nas encostas da Serra. Colerinhas, custipios e bicos-de-lacre enchiam de alegre cantoria nossas manhãs de campistas, nos preparando para os desafios dos jogos escoteiros que praticávamos. Minha patrulha era a Raposa, escolhida por representar um animal sábio e que já parodiávamos numa canção do seriado televisivo Daniel Boone: “... vamos, vamos, vamos lutar, pela nossa terra batalhar, vamos, vamos, temos que vencer, com a Raposa não há o que temer ...”. Nossa patrulha iniciou-se meio desacreditada, principalmente por ser formada por um grupo de novatos, mas com o passar dos dias fomos nos destacando pela “dedicação e pelo senso de organização e planejamento de nossas aventuras” (palavras de um dos membros da Patrulha Raposa, Fábio Bittencourt, que encontrei em 2003). Várias atividades desenvolvemos, como trabalhar na organização dos Desfiles de 7 de setembro e procissões, no apoio ao atendimento no ambulatório do Hospital São Vicente e na divulgação de nosso grupo escoteiro, que nos levou a viajar às cidades de Tremedal e Iguaí para ajudarmos a criação dos grupos dessas cidades. A viagem á Tremedal foi memorável, da hora marcada pela Prefeitura que nos enviaria um carro para o deslocamento ao atraso, estava marcada para 8:00 horas da manhã, que da ansiedade de garotos transformou-se em uma desistência, o que nos levou a tomar a inusitada decisão de ir de carona (uma distância de aproximadamente 60 km, pela antiga estrada do Panela) pois havíamos assumido um compromisso com os garotos daquela cidade e de qualquer maneira chegaríamos. Logo após nossa partida para um local aonde pudéssemos pegar carona, o carro da prefeitura chegou e não nos encontrando tomou o caminho de volta e nos encontrou próximo a cidade de Belo Campo depois de pegarmos carona na carroceria de um caminhão e de uma Kombi. Nossa chegada à cidade foi um feito, pois já se espalhava a notícia que um bando de garotos escoteiros tinha vindo a pé de Vitória da Conquista até Tremedal. Esse feito foi o suficiente para projetar nossa patrulha e seus membros como verdadeiros escoteiros, que não pestanejaram para cumprir um compromisso assumido.
Ser escoteiro talvez tenha sido uma das coisas mais acertadas que fiz, pois os ensinamentos que tive me ajudaram muito e me ajudam até hoje nas mais diversas atividades que desenvolvo.
Ser escoteiro talvez tenha sido uma das coisas mais acertadas que fiz, pois os ensinamentos que tive me ajudaram muito e me ajudam até hoje nas mais diversas atividades que desenvolvo.
Assinar:
Postagens (Atom)