segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Quilombolas

Quatis dos Fernandes. Distrito de Campinhos. Vitória da Conquista/BA.
Comunidade quilombola formada pelos descendentes de Hilário Pereira da Costa.
Fotos: Alexandre do Cerrado. 2009













































segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Oração a São Peregrino da Floresta




















Oração a São Peregrino da Floresta

São Peregrino da Floresta,
Tu que caminhas nas trilhas sombreadas
Pelo fulgor da Luz Divina,
Tu que és o espírito protetor dos seres da natureza,
Ensina-me a entoar o canto
Das vozes das matas
E a conviver em harmonia
Nos domínios da Rainha Mãe da Floresta,
Ensina-me a encontrar dentro de mim
A tua paz e a luz de nosso amor
Por tudo que respira e vive.

Alexandre Tavares


Rio Branco/AC, 1991

Manual do Jardineiro - Técnicas da Jardinagem

Preparo e Organização das Sementeiras
As sementeiras são necessárias para a propagação de floríferas
de ciclo anual. São utilizadas para a produção de plantas que se multiplicam por sementes, proporcionando o aparecimento de novas variedades através da mistura de caracteres transmitidos e permitem fazer a seleção de plantas que vão para os canteiros.
A sementeira tem que reunir o mínimo de condições essenciais para a germinação das sementes como no teor de umidade do substrato – afeta a porcentagem de germinação e varia conforme espécies.
As sementeiras podem ser feitas em caixotes de madeira, no próprio canteiro com trato especial para o substrato e sombreamento, podem ser em bandejas de plástico ou isopor e de outros materiais alternativos, como jornais e revistas, dentre outros.
Preparado o substrato, enche-se as sementeiras;
Escarifica-se e nivela-se o substrato nas sementeiras;
Semeadura, cobrindo as sementes com uma fina camada de substrato ou de areia; verificando-se a profundidade ideal (pode variar de 5 cm a 0,05 cm) para cada espécie.;
Acompanhar o desenvolvimento das plantas na sementeira diariamente, eliminando a presença de ervas invasoras, desbastando-se o excesso de mudas e substituindo as plantas não pegadas ou não germinadas;
De um modo geral, quando as plantas tiverem aproximadamente 10 cm ou 3 pares de folhas bem definidas podem ser transplantadas para o local definitivo.

Folclore - Máscaras feitas por Marcelo Vianna


Máscaras de Personagens de Bumba Meu Boi . Bahia, 2007. Fotos: Alexandre do Cerrado


Observatório do Meio Ambiente


Colônia de Melocactus conoideus. Serra do Periperi. Vitória da Conquista, BA. 2007
Foto: Alexandre do Cerrado

Recuperação de Nascentes


Nascente do Rio Verruga. Serra do Periperi. Vitória da Conquista, BA. 2007
Foto: Alexandre do Cerrado

Observatório do Meio Ambiente

Lagoa das Bateias. Vitória da Conquista, BA. 2007
Foto: Alexandre do Cerrado

Observatório do Meio Ambiente

Flor da Suinã. Serra do Periperi. Vitória da Conquista, BA. 2007
Foto: Alexandre do Cerrado

sábado, 1 de novembro de 2008

Manual do Jardineiro - Técnicas da Jardinagem




1. Preparo de Substrato
O substrato é o material onde se cultiva as plantas (solo),
deve ser preparado tanto para as sementeiras quanto para os canteiros – um bom substrato para uma boa planta. Deve atender a características físicas e biológicas para o cultivo como drenagem, textura, matéria orgânica e a riqueza mineral.
Pode ser preparado com diversas composições formadas por frações terra de jardim, areia, húmus e outros elementos como vermiculita, carvão moído e etc.
A seguir indico alguns tipos de substratos, sua formação e indicação a que tipos de plantas eles atendem:

Substrato permeável seco – cactáceas, crassuláceas e suculentas:
1 parte de terra neutra arenosa
1 parte de terra vegetal
½ parte de húmus de minhoca
½ parte de areia lavada


Substrato permeável úmido – antúrios, avencas, filodendros, samambaias, tradescantias:
1 parte de húmus de minhoca
1 parte de terra neutra argilo-arenosa
1 parte de terra vegetal


Substrato fraco – agaves, aloés, aspargus, bambus, capins, primaveras:
1 parte de terra neutra argilo-arenosa
½ parte de húmus de minhoca
½ parte de areia lavada


Substrato rico – azaléia, begônia, marantas, petúnia, prímula,:
1 parte de terra neutra argilo-arenosa
1 parte de húmus de minhoca
1 parte de torta de mamona
parte de farinha de ossos


Paisagismo - Espécies arbóreas para plantio em calçadas sob rede elétrica



AROEIRA-BRAVA Lithraea molleoides
AROEIRA-PIMENTEIRA Schinus terebinthifolia
AROEIRA-SALSA Schinus molle
CASCA-D'ANTA Drimys winteri
CEREJA-DO-RIO-GRANDE Eugenia involucrata
EMBAÚBA Cecropia pachystachia
ESPINHO-DE-JERUSALÉM Parkinsonia aculeata
GUAÇATONGA Casearia sylvestris
INGÁ-DO-BREJO Inga urugensis
IPÊ-AMARELO-CASCUDO Tabebuia chrysotricha
IPÊ-BRANCO-DO-BREJO Tabebuia dura
JACARANDÁ-BRANCO Jacaranda cuspidifolia
LEITEIRO Peschiera fuchsiaefolia
LIXEIRA Aloysia virgata
MANDUIRANA Senna macranthera
PAU-CIGARRA Senna multijuga
SÃO-JOÃO Senna sp
SETE-CAPOTE Camponesia guazumaefolia
TAMANQUEIRO Aegiphila sellowiana
TATARÉ Pithecolobium tortum
TINGUI Dictyoloma vandellianum
UNHA-DE-VACA Bauhinia forficata
foto: alexandredocerrado

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Manual do Jardineiro



O Olhar
A partir do conhecimento de toda a ecologia de um jardim, o candidato a jardineiro começa a desenvolver um novo jeito de ver as plantas, observando detalhes, formas, contextos e outras particularidades.
O olhar é um exercício de análise e avaliação das condições do meio e das relações estabelecidas entre os componentes ambientais, pois a percepção dos problemas que as plantas apresentam, quase sempre se manifestam visualmente. Ao conhecer as características morfológicas e fisiológicas das plantas e as propriedades químicas, físicas e biológicas do solo; a influência da luminosidade e da umidade no desenvolvimento vegetativo das plantas; os principais agentes causais de doenças e pragas, sua organização, biologia e métodos de controle; o novo jeito de praticar o olhar se modifica, agora influenciado pelo conhecimento adquirido e pela habilidade de interpretação baseada na observação.
O jardineiro deve ser investigativo e sistemático procurando registrar suas observações de forma clara e detalhada, para obter sucesso em seus cultivos....

O jardineiro deverá usar uma trena para as medições da área a ser trabalhada e registrará informações básicas para o funcionamento do jardim como áreas de circulação de pessoas e veículos, lazer e estacionamento, dentre outras, que deverão constar de um croquí de situação da área com registro dos pontos cardeais, acidentes geográficos e outras informações.